Embalagem
A Celulose Irani é uma das principais indústrias nacionais do segmento de embalagens e chapas de papelão ondulado. Em sua produção, utiliza papéis de várias gramaturas com excelente desempenho e chapas de papelão ondulado em ondas simples, duplas e triplas com rigoroso controle de qualidade e suporte técnico.Para a fabricação dos produtos de papelão ondulado, a IRANI possui duas unidades fabris nas cidades de Vargem Bonita – SC e Indaiatuba – SP.
As embalagens produzidas na Empresa possuem a certificação de Cadeia de Custódia FSC®. Essa certificação garante que todo o processo seguido pelas matérias-primas certificadas é monitorado desde a floresta até o produto comercializado, além de outras madeiras de origem controlada, em conformidade com os requisitos FSC® .
A IRANI produz para o mercado, além das caixas normais e corte e vinco com o sistema de montagem manual e automática, a linha HardSytem.
As tecnologias empregadas na produção da matéria-prima, papel para embalagem, proporciona produtos com gramaturas mais leves e com resistência superior.
As embalagens são compostas por resistentes chapas de papelão ondulado em ondas triplas, capazes de suportar uma compressão de até 3.000Kg. As caixas HardSystem possuem capacidade de armazenamento que pode variar entre 600 a 1.200Kg.
Essa embalagem é indicada para transportar alimentos, couros, peças automotivas e produtos da indústria petroquímica, além de materiais delicados como as cadeiras odontológicas. Para o transporte de produtos refrigerados, recebem tratamento para resistir a ambientes úmidos e de baixa temperatura.
O HardSystem é fabricado com insumos renováveis, recicláveis e biodegradáveis, atende a rigorosas exigências internacionais, substituindo com vantagens caixas de madeira e o plástico.
Capas internas, intermediária, externa e miolo e seu excelente aproveitamento asseguram a qualidade para o cliente.
As chapas de papelão ondulado da IRANI são oferecidas nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil.
O processo de impressão é a flexografia, que emprega clichês de borracha ou fotopolímero e tintas líquidas à base de água. O sistema proporciona secagem rápida e alta resistência à fricção.
Para produzir embalagens de alta durabilidade às condições da umidade, a IRANI empenha-se no desenvolvimento de tratamentos para capa e miolo, permitindo a proteção do produto final por mais tempo, mesmo em câmaras frigoríficas, por exemplo.
Com uma equipe especializada, a IRANI acompanha todo o processo de desenvolvimento da embalagem identificando oportunidades e sugerindo alterações, visando garantir a funcionalidade com redução de custos e aumento da eficiência produtiva.
Conheça os treinamentos oferecidos pela área de Pesquisa & Desenvolvimento no link do P&D neste site.
Em aproximadamente 4.000 a.C., na Antiguidade, aparece a escrita. Nesta época inicia-se o intercâmbio de mercadorias entre a Mesopotâmia e o Egito. A embalagem, com conceito de contenção para transporte, armazenamento e finalidades comerciais, teve sua origem neste período. Os produtos eram acondicionados a granel e embarcados em navios. Os recipientes eram basicamente de argila e fibras naturais.
Com a necessidade de transportar produtos a longas distâncias, muda o olhar perante a embalagem. Por volta do ano 3.000 a.C., os egípcios iniciaram a confecção de garrafas de vidro, a partir da moldagem em areia. Eram recipientes rústicos, usados para acondicionar óleos, perfumes e cosméticos.
Com a evolução nos meios de transporte e intensificação do comércio, surge a necessidade de proteger os produtos transportados, evitando-se perdas e contaminações.
Mais tarde, em 1871, surgia a primeira utilização do papelão ondulado como embalagem. O americano Albert L. Jones conseguiu a patente para embrulhar artigos frágeis, como garrafas de vidro.
Também nos Estados Unidos, em 1874, Olivier Long patenteou o conceito de unir uma folha lisa a um papel corrugado, para fortalecê-lo.
A partir de então, em 1881, alguns fabricantes dos EUA concentraram esforços para desenvolver um novo maquinário, pois acreditavam que o papelão ondulado fosse um novo conceito para embalar. Assim, surgiu a primeira máquina motorizada para a fabricação do papelão FACE-SIMPLES, logo apresentada aos europeus.
A primeira onduladeira conhecida foi projetada em 1895, por Jefferson T. Ferres, da empresa Sefton Manufacturing Co.
A caixa de papelão ondulado em paredes simples (capa, miolo, capa) foi usada pela primeira vez em 1930, por um produtor de cereais, que conseguiu a aprovação oficial deste tipo de embalagem para transporte.
A produção de embalagens de papelão ondulado mostrou um rápido crescimento, acompanhando a Revolução Industrial. Nas décadas de 1940 e 1950, com o surgimento dos primeiros supermercados, a função vendedora da embalagem passou a receber maior destaque. Os aspectos visuais, como forma e cor, tornam-se cada vez mais considerados. Praticidade do uso, apelo estético e funcionalidade passam a ser quesitos fundamentais para condicionar o sucesso ou o fracasso de uma determinada embalagem.
Ciente do sentido fundamental que as embalagens adquiriram ao longo do tempo, a Celulose Irani oferece diversas opções de produtos. Pautada nas necessidades singulares de seus clientes, a IRANI desenvolve soluções customizadas de alta qualidade para atender suas demandas.
Agindo assim, com contemporaneidade em suas ações e transparência em seus relacionamentos, a IRANI tornou-se reconhecida nacionalmente no segmento de embalagens de papelão ondulado.
IRANI com informações da Associação Brasileira do Papelão Ondulado (ABPO).



