História
Reviva conosco a memória desses 70 anos marcados pelo empreendedorismo e pela inovação.
Vinícola Rio Grandense
Em 1939 e meados de 1940, começavam os movimentos da Segunda Guerra Mundial. Os submarinos alemães torpedeavam os navios mercantes. A Vinícola Rio Grandense de Caxias do Sul (RS) tinha dois navios que transportavam vinho para a Europa, um chamava-se Castelo, outro Navensul.
As exportações ficavam mais difíceis. No Brasil, então, um novo mercado surgiu, o do papel e da celulose, materiais que eram quase que totalmente importados. O mercado de vinhos finos diminuiu diante do contexto que a Guerra gerou no país.
Os diretores da Vinícola que possuía ótima reserva de capital tiveram a ideia de criar uma nova indústria. Nessa época, Galeazzo Paganelli e José Moraes Vellinho resolveram enviar um homem de confiança numa exploração em busca de pinheirais nos estados do Paraná e de Santa Catarina. Incumbiram essa tarefa a Alfredo Fedrizzi, que provara, durante onze anos, sua confiança e habilidade na sociedade Vinícola Rio Grandense.


